Embaixada do Ceará

Papai Noel dos Correios

Publicado em atualidades, Entretenimento, Organizações, Saúde e bem-estar por rapadurapower em 11 de novembro de 2011

 

http://www.correios.com.br/papainoelcorreios2011/

 

PONTOS DE APADRINHAMENTO DE CARTAS – DISTRITO FEDERAL

Pontos de apadrinhamento de cartas – Casa do Papai Noel dos Correios

Endereço – W3 508 Norte, BL. D – 2º andar

Período de apadrinhamento – 03/11 a 02/12 de 2ª a 6ª das 12h às 17h (Sábado dia 26/11 – de 9h às 12h)

Período de recebimento de presentes – de 2ª a 6ª de 12h às 17h e nos sábados dias 26/11 e 03/12 de 9h às 12h

AJUDE O PAPAI NOEL

Disseminar o encantamento natalino só é possível com ajuda das pessoas. Por isso convidamos você para participar da rede de solidariedade do tamanho do Brasil: seja um ajudante do Papai Noel e realize os sonhos de milhares de crianças em todo o país.

Os ajudantes do Papai Noel são as pessoas interessadas em apoiar a leitura das cartas. Triar, ler e cadastrar os dados das cartinhas são as principais atividades desenvolvidas nesta etapa. É uma atividade não remunerada, uma ação voluntária que já se realiza há mais de duas décadas. O Papai Noel vai adorar a sua ajuda, pois em 2010 os Correios receberam mais de 1 milhão de cartas de todos os cantos do País.

Como participar:

1 – Entre em contato com a diretoria regional dos Correios do seu estado (veja os contatos em cada Estado);

2 – Faça uma visita e conheça o trabalho;

3 – Estabeleça um tempo fixo para ajudar na leitura das cartas. Não precisa ser muito tempo, mas frequência é fundamental.

Os Correios agradecem seu apoio em nome das crianças atendidas anualmente pela campanha.

Cuidado para não ser enganado

Os Correios não são responsáveis por pedidos de presentes em nome da Campanha Papai Noel dos Correios eventualmente entregues em residências ou deixados em caixas de correspondência. A Campanha Papai Noel dos Correios não solicita presentes diretamente à população, seja por meio de carta ou telefonema. Da mesma forma, os Correios não deixam cartas para adoção em residências. As cartas recebidas pelos Correios são disponibilizadas para apadrinhamento em suas unidades administrativas ou em outras unidades dos Correios especificamente criadas para esse fim.

DIVULGAÇÃO 

Disseminar o encantamento natalino só é possível com ajuda na divulgação das ações do Papai Noel dos Correios. Por isso convidamos você para participar da rede de solidariedade do tamanho do Brasil como agente comunicador.

 

Fones de ouvido

Publicado em Humor por rapadurapower em 9 de novembro de 2011

http://thedoghousediaries.com/3220

"você está esquecendo para que servem os fones de ouvido"

P.S.:  http://www.gizmodo.com.br/conteudo/doe-um-fone-de-ouvido-a-um-funkeiro/

 

Minimamente Feliz

Publicado em Confissões, Opinião, Pensamentos, Reflexões por rapadurapower em 8 de novembro de 2011
Recebi por e-mail e repasso.

Minimamente Feliz

A felicidade é a soma das pequenas felicidades. Li essa frase num outdoor em Porto Alegre e soube, naquele momento, que meu conceito de felicidade tinha acabado de mudar. Eu já suspeitava que a felicidade com letras maiúsculas não existia, mas dava a ela o benefício da dúvida. Afinal, desde que nos entendemos por gente aprendemos a sonhar com essa felicidade no superlativo. Mas ali, vendo aquele outdoor estrategicamente colocado no meio do meu caminho (que de certa forma coincidia com o meio da minha trajetória de vida), tive certeza de que a felicidade, ao contrário do que nos ensinaram os contos de fadas e os filmes de Hollywood, não é um estado mágico e duradouro.
Na vida real, o que existe é uma felicidade homeopática, distribuída em conta-gotas. Um pôr-de-sol aqui, um beijo ali, uma xícara de café recém-coado, um livro que a gente não consegue fechar, um homem que nos faz sonhar, uma amiga que nos faz rir. São situações e momentos que vamos empilhando com cuidado e a delicadeza que merecem as alegrias de pequeno e médio porte e até grandes (ainda que fugazes) alegrias.
Eu contabilizo tudo de bom que me aparece, sou adepta da felicidade homeopática. Se o zíper daquele vestido que eu adoro volta a fechar (ufa!) ou se pego um congestionamento muito menor do que eu esperava, tenho consciência de que são momentos de felicidade e vivo cada segundo.
Alguns crescem esperando a felicidade com letras maiúsculas e na primeira pessoa do plural: ‘Eu me imaginava sempre com um homem lindo do lado, dizendo que me amava e me levando pra lugares mágicos. Agora, descobre-se que dá pra ser feliz no singular: ‘Quando estou na estrada dirigindo e ouvindo as músicas que eu amo, é um momento de pura felicidade. Olho a paisagem, canto, sinto um bem-estar indescritível’.
Uma empresária que conheci recentemente me contou que estava falando e rindo sozinha quando o marido chegou em casa. Assustado, ele perguntou com quem ela estava conversando: ‘Comigo mesma’, respondeu. ‘Adoro conversar com pessoas inteligentes’.
Criada para viver grandes momentos, grandes amores e aquela felicidade dos filmes, a empresária trocou os roteiros fantasiosos por prazeres mais simples e aprendeu duas lições básicas: que podemos viver momentos ótimos mesmo não estando acompanhadas e que não tem sentido esperar até que um fato mágico nos faça felizes.
Esperar para ser feliz, aliás, é um esporte que abandonei há tempos. E faz parte da minha ‘dieta de felicidade’ o uso moderadíssimo da palavra ‘quando’.
Aquela história de ‘quando eu ganhar na Mega Sena’, ‘quando eu me casar’, ‘quando tiver filhos’, ‘quando meus filhos crescerem’, ‘quando eu tiver um emprego fabuloso’ ou ‘quando encontrar um homem que me mereça’, tudo isso serve apenas para nos distrair e nos fazer esquecer da felicidade de hoje. Esperar o príncipe encantado, por exemplo, tem coisa mais sem sentido? Mesmo porque quase sempre os súditos são mais interessantes do que os príncipes; ou você acha que a Camilla Parker-Bowles está mais bem servida do que a Victoria Beckham?
Como tantos já disseram tantas vezes, aproveitem o momento, amigos. E quem for ruim de contas recorra à calculadora para ir somando as pequenas felicidades.
Podem até dizer que nos falta ambição, que essa soma de pequenas alegrias é uma operação matemática muito modesta para os nossos tempos. Que digam.
Melhor ser minimamente feliz várias vezes por dia do que viver eternamente em compasso de espera.
Leila Ferreira, jornalista

O CÉTICO E O LÚCIDO…

Publicado em Opinião, Pensamentos, Reflexões por rapadurapower em 3 de novembro de 2011

Recebi por e-mail e compartilho. Desconheço o autor.

O CÉTICO E O LÚCIDO…

 

No ventre de uma mulher grávida estavam dois bebês. O primeiro pergunta ao outro:

- Você acredita na vida após o nascimento?

- Certamente. Algo tem de haver após o nascimento. Talvez estejamos aqui principalmente porque nós precisamos nos preparar para o que seremos mais tarde.

- Bobagem, não há vida após o nascimento. Como verdadeiramente seria essa vida?

- Eu não sei exatamente, mas certamente haverá mais luz do que aqui. Talvez caminhemos com nossos próprios pés e comeremos com a boca.

- Isso é um absurdo! Caminhar é impossível. E comer com a boca? É totalmente ridículo! O cordão umbilical nos alimenta. Eu digo somente uma coisa: a vida após o nascimento está excluída – o cordão umbilical é muito curto.

- Na verdade, certamente há algo. Talvez seja apenas um pouco diferente do que estamos habituados a ter aqui.

- Mas ninguém nunca voltou de lá, depois do nascimento. O parto apenas encerra a vida. E afinal de contas, a vida é nada mais do que a angústia prolongada na escuridão.

- Bem, eu não sei exatamente como será depois do nascimento, mas com certeza veremos a mamãe e ela cuidará de nós.

- Mamãe? Você acredita na mamãe? E onde ela supostamente está?

- Onde? Em tudo à nossa volta! Nela e através dela nós vivemos. Sem ela tudo isso não existiria.

- Eu não acredito! Eu nunca vi nenhuma mamãe, por isso é claro que não existe nenhuma.

- Bem, mas às vezes quando estamos em silêncio, você pode ouvi-la cantando, ou sente como ela afaga nosso mundo. Saiba, eu penso que só então a vida real nos espera e agora apenas estamos nos preparando para ela…

 

PENSE NISSO…

Sessão Nostalgia versus Realidade

Publicado em atualidades, Confissões, Falta Doquifa, Notícias e política, Pensamentos, Reflexões por rapadurapower em 25 de outubro de 2011

No tempo da minha infância
(Ismael Gaião)

No tempo da minha infância
Nossa vida era normal
Nunca me foi proibido
Comer muito açúcar ou sal
Hoje tudo é diferente
Sempre alguém ensina a gente
Que comer tudo faz mal

Bebi leite ao natural
Da minha vaca Quitéria
E nunca fiquei de cama
Com uma doença séria
As crianças de hoje em dia
Não bebem como eu bebia
Pra não pegar bactéria

A barriga da miséria
Tirei com tranquilidade
Do pão com manteiga e queijo
Hoje só resta a saudade
A vida ficou sem graça
Não se pode comer massa
Por causa da obesidade

Eu comi ovo à vontade
Sem ter contra indicação
Pois o tal colesterol
Pra mim nunca foi vilão
Hoje a vida é uma loucura
Dizem que qualquer gordura
Nos mata do coração

Com a modernização
Quase tudo é proibido
Pois sempre tem uma Lei
Que nos deixa reprimido
Fazendo tudo que eu fiz
Hoje me sinto feliz
Só por ter sobrevivido

Eu nunca fui impedido
De poder me divertir
E nas casas dos amigos
Eu entrava sem pedir
Não se temia a galera
E naquele tempo era
Proibido proibir

Vi o meu pai dirigir
Numa total confiança
Sem apoio, sem air-bag
Sem cinto de segurança
E eu no banco de trás
Solto, igualzinho aos demais
Fazia a maior festança

No meu tempo de criança
Por ter sido reprovado
Ninguém ia ao psicólogo
Nem se ficava frustrado
Quando isso acontecia
A gente só repetia
Até que fosse aprovado

Não tinha superdotado
Nem a tal dislexia
E a hiperatividade
É coisa que não se via
Falta de concentração
Se curava com carão
E disso ninguém morria

Nesse tempo se bebia
Água vinda da torneira
De uma fonte natural
Ou até de uma mangueira
E essa água engarrafada
Que diz-se esterilizada
Nunca entrou na nossa feira

Para a gente era besteira
Ter perna ou braço engessado
Ter alguns dentes partidos
Ou um joelho arranhado
Papai guardava veneno
Em um armário pequeno
Sem chave e sem cadeado

Nunca fui envenenado
Com as tintas dos brinquedos
Remédios e detergentes
Se guardavam, sem segredos
E descalço, na areia
Eu joguei bola de meia
Rasgando as pontas dos dedos

Aboli todos os medos
Apostando umas carreiras
Em carros de rolimã
Sem usar cotoveleiras
Pra correr de bicicleta
Nunca usei, feito um atleta,
Capacete e joelheiras

Entre outras brincadeiras
Brinquei de Carrinho de Mão
Estátua, Jogo da Velha
Bola de Gude e Pião
De mocinhos e Cawboys
E até de super-heróis
Que vi na televisão

Eu cantei Cai, Cai Balão,
Palma é palma, Pé é pé
Gata Pintada, Esta Rua
Pai Francisco e De Marré
Também cantei Tororó
Brinquei de Escravos de Jó
E o Sapo não lava o pé

Com anzol e jereré
Muitas vezes fui pescar
E só saía do rio
Pra ir pra casa jantar
Peixe nenhum eu pagava
Mas os banhos que eu tomava
Dão prazer em recordar

Tomava banho de mar
Na estação do verão
Quando papai nos levava
Em cima de um caminhão
Não voltava bronzeado
Mas com o corpo queimado
Parecendo um camarão

Sem ter tanta evolução
O Playstation não havia
E nenhum jogo de vídeo
Naquele tempo existia
Não tinha vídeo cassete
Muito menos internet
Como se tem hoje em dia

O meu cachorro comia
O resto do nosso almoço
Não existia ração
Nem brinquedo feito osso
E para as pulgas matar
Nunca vi ninguém botar
Um colar no seu pescoço

E ele achava um colosso
Tomar banho de mangueira
Ou numa água bem fria
Debaixo duma torneira
E a gente fazia farra
Usando sabão em barra
Pra tirar sua sujeira

Fui feliz a vida inteira
Sem usar um celular
De manhã ia pra aula
Mas voltava pra almoçar
Mamãe não se preocupava
Pois sabia que eu chegava
Sem precisar avisar

Comecei a trabalhar
Com oito anos de idade
Pois o meu pai me mostrava
Que pra ter dignidade
O trabalho era importante
Pra não me ver adiante
Ir pra marginalidade

Mas hoje a sociedade
Essa visão não alcança
E proíbe qualquer pai
Dar trabalho a uma criança
Prefere ver nossos filhos
Vivendo fora dos trilhos
Num mundo sem esperança

A vida era bem mais mansa,
Com um pouco de insensatez.
Eu me lembro com detalhes
De tudo que a gente fez,
Por isso tenho saudade
E hoje sinto vontade
De ser criança outra vez…

Palavras na conclusão do Ratzinger-Schülerkreis, Papa Bento XVI

Publicado em atualidades, Confissões, Igreja, Notícias e política, Organizações, Papa, Pensamentos, Reflexões, Religião por rapadurapower em 5 de setembro de 2011

Podia ser mais atual???

http://www.vatican.va/holy_father/benedict_xvi/speeches/2011/august/documents/hf_ben-xvi_spe_20110828_schulerkreis_po.html

SAUDAÇÃO DO PAPA BENTO XVI
NO INÍCIO DA MISSA CELEBRADA COM SEUS EX-ALUNOS
NA CONCLUSÃO DO 
“RATZINGER SCHÜLERKREIS”

Capela do Centro Mariápolis
Castel Gandolfo, 28 de Agosto de 2011

Amados irmãos e irmãs!

Hoje respondemos à primeira leitura, tirada do profeta Jeremias, com o Salmo 62: a minha alma tem sede de ti, do Deus vivo; como terra deserta, árida, espera por ti, o Deus vivo.

Neste tempo de ausência de Deus, quando a terra das almas é árida e o povo ainda não sabe de onde provém a água viva, peçamos ao Senhor que se mostre. Queremos pedir-lhe que, a quantos procuram a água viva noutras partes, mostre que essa água é Ele mesmo, e que Ele não permita que a vida dos homens, a sua sede daquilo que é grande, da plenitude, afogue e sufoque no transitório.

Desejamos perdir-Lhe, sobretudo pelos jovens, que a sede d’Ele se torne viva neles e que reconheçam onde se encontra a resposta.

E nós, que O conseguimos conhecer desde a nossa juventude, podemos pedir perdão, porque levamos tão pouco a luz do seu rosto aos homens, transparece tão pouco em nós a certeza de que «Ele é, Ele está presente e Ele é a realidade grande, plena, que todos esperamos». Queremos pedir-Lhe que nos perdoe, que nos renove com a água viva do seu Espírito e nos conceda celebrar dignamente os sagrados Mistérios.

© Copyright 2011 – Libreria Editrice Vaticana

Versão de Pôneis Malditos

Publicado em Humor por rapadurapower em 30 de agosto de 2011

http://avidasemmanual.blogspot.com/2011/08/minha-versao-de-poneis-malditos.html

29/08/2011

A Minha Versão de Pôneis Malditos

Dias dificeis, dias dificeis, fazem seu estresse aumentarrrrr
Gente cobrando, contas chegando (que saquinho!)
E não tenho como pagarrrr…
snac Te Quiero
(cantar ao som  de Pôneis Malditos)

Escrito por Patricia Daltro

Print A Forest

Publicado em Computadores e a Internet, Confissões por rapadurapower em 27 de agosto de 2011

ORAÇÃO

Publicado em Piadas por rapadurapower em 17 de agosto de 2011

Querido Deus…

Tudo o que eu peço para o segundo semestre é uma gorda conta bancária e um corpo magro…

Favor não misturar as coisas como fez no semestre passado…

AMÉM!

Domínio Brambilla: Mulher Gosta de Carinho

Publicado em Humor, Piadas por rapadurapower em 17 de agosto de 2011

 

 

kkkkkkkkkkkkkkkkk

Piada sexista e sem nexo com a realidade…

Domínio Brambilla: Mulher Gosta de Carinho: Carro Carinho,Sapato Carinho, Jantar Carinho, etc….

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