Embaixada do Ceará

Sobre o fim do mundo

Publicado em atualidades, Crítica, Notícias, Opinião por rapadurapower em 5 de dezembro de 2011
Para quem acredita na hipótese, eu lembro da música E O Mundo Não Se Acabou.
http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2011/12/111201_maias_fimdomundo_pu.shtml

Cientistas desvendam profecia maia do ‘fim do mundo em 2012′

Alberto Nájar
Da BBC Mundo no México
Atualizado em  1 de dezembro, 2011 – 10:16 (Brasília) 12:16 GMT
Túmulo maia (Foto: BBC)
Para especialistas, maias não previram o fim do mundo

Arqueólogos de diversos países se reuniram no Estado de Chiapas, uma área repleta de ruínas maias no sul do México, para discutir a teoria apocalíptica de que essa antiga civilização previra o fim do mundo em 2012.
A teoria, amplamente conhecida no país e contada aos visitantes tanto no México como na Guatemala, Belize e outras áreas onde os maias também se estabeleceram, teve sua origem no monumento nº 6 do sítio arqueológico de Tortuguero e em um ladrilho com hieróglifos localizado em Comalcalco, ambos centros cerimoniais em Tabasco, no sudeste do país.
O primeiro faz alusão a um evento místico que ocorreria no dia 21 de dezembro de 2012, durante o solstício do inverno, quando Bahlam Ajaw, um antigo governante do lugar, se encontra com Bolon Yokte´, um dos deuses que, na mitologia maia, participaram do início da era atual.
Até então, as mensagens gravadas em “estelas” – monumentos líticos, feitos em um único bloco de pedra, contendo inscrições sobre a história e a mitologia maias – eram interpretadas como uma profecia maia sobre o fim do mundo.
Entretanto, segundo o Instituto Nacional de Antropologia e História (Inah), uma revisão das estelas pré-hispânicas indica que, na verdade, nessa data de dezembro do ano que vem os maias esperavam simplesmente o regresso de Bolon Yokte.
“(Os maias) nunca disseram que haveria uma grande tragédia ou o fim do mundo em 2012″, disse à BBC o pesquisador Rodrigo Liendo, do Instituto de Pesquisas Antropológicas da Universidade Autônoma do México (Unam).
“Essa visão apocalíptica é algo que nos caracteriza, ocidentais. Não é uma filosofia dos maias.”

NOVAS INTERPRETAÇÕES

Durante o encontro realizado em Palenque, que abriga uma das mais impressionantes ruínas maias de toda a região, o pesquisador Sven Gronemeyer, da Universidade australiana de Trobe, e sua colega Bárbara Macleod fizeram uma nova interpretação do 6º monumento de Tortuguero.
Para eles, os hieróglifos inscritos na estela se referem à culminação dos 13 baktunes, os ciclos com que os maias mediam o tempo. Cada um deles era composto por 400 anos.
“A medição do tempo dos maias era muito completa”, explica Gronemeyer. “Eles faziam referência a eventos no futuro e no passado, e há datas que são projetadas para centenas, milhares de anos no futuro”, afirma.

A escritora Laura Castellanos posa com seu livro (Foto: BBC)
Castellanos: profecias apocalípticas revelam mais sobre nós que sobre maias

Para a jornalista Laura Castellanos, autora do livro 2012, Las Profecias del Fin del Mundo, o sucesso da teoria apocalíptica junto à cultura ocidental se deve a uma “onda milenarista” que, segundo ela, “antecipa catástrofes ou outros acontecimentos cada vez que se completam dez séculos”.
Para Castellanos, esse tipo de efeméride é reforçada por uma “crise ideológica, religiosa e social”.
Ela observa que as profecias sobre 2012 não têm somente uma “vertente catastrófica”, mas também uma linha que “prognostica o despertar da consciência e o renascimento de uma nova humanidade, mais equitativa”.

CRENÇA NO FINAL

A asséptica explicação científica e histórica vai de encontro à crença popular no México, um país onde há quem procure adquirir os conhecimentos necessários para sobreviver com seu próprio cultivo de alimentos em caso de uma catástrofe mundial.
Muitos dos que vivem fora procuram regressar ao país porque sentem que precisam estar em casa em 2012, e há empresas que oferecem espaço em bunkeres subterrâneos, com todas as comodidades.
Afinal, o possível fim do mundo também é negócio. O próprio governo mexicano lançou uma campanha para promover o turismo no sudeste do país, onde estão localizados os sítios arqueológicos maias.
Muitos governos dos Estados onde existem ruínas da antiga civilização maia já estão registrando aumento na chegada de turistas.

Inté,
Felipe

Minimamente Feliz

Publicado em Confissões, Opinião, Pensamentos, Reflexões por rapadurapower em 8 de novembro de 2011
Recebi por e-mail e repasso.

Minimamente Feliz

A felicidade é a soma das pequenas felicidades. Li essa frase num outdoor em Porto Alegre e soube, naquele momento, que meu conceito de felicidade tinha acabado de mudar. Eu já suspeitava que a felicidade com letras maiúsculas não existia, mas dava a ela o benefício da dúvida. Afinal, desde que nos entendemos por gente aprendemos a sonhar com essa felicidade no superlativo. Mas ali, vendo aquele outdoor estrategicamente colocado no meio do meu caminho (que de certa forma coincidia com o meio da minha trajetória de vida), tive certeza de que a felicidade, ao contrário do que nos ensinaram os contos de fadas e os filmes de Hollywood, não é um estado mágico e duradouro.
Na vida real, o que existe é uma felicidade homeopática, distribuída em conta-gotas. Um pôr-de-sol aqui, um beijo ali, uma xícara de café recém-coado, um livro que a gente não consegue fechar, um homem que nos faz sonhar, uma amiga que nos faz rir. São situações e momentos que vamos empilhando com cuidado e a delicadeza que merecem as alegrias de pequeno e médio porte e até grandes (ainda que fugazes) alegrias.
Eu contabilizo tudo de bom que me aparece, sou adepta da felicidade homeopática. Se o zíper daquele vestido que eu adoro volta a fechar (ufa!) ou se pego um congestionamento muito menor do que eu esperava, tenho consciência de que são momentos de felicidade e vivo cada segundo.
Alguns crescem esperando a felicidade com letras maiúsculas e na primeira pessoa do plural: ‘Eu me imaginava sempre com um homem lindo do lado, dizendo que me amava e me levando pra lugares mágicos. Agora, descobre-se que dá pra ser feliz no singular: ‘Quando estou na estrada dirigindo e ouvindo as músicas que eu amo, é um momento de pura felicidade. Olho a paisagem, canto, sinto um bem-estar indescritível’.
Uma empresária que conheci recentemente me contou que estava falando e rindo sozinha quando o marido chegou em casa. Assustado, ele perguntou com quem ela estava conversando: ‘Comigo mesma’, respondeu. ‘Adoro conversar com pessoas inteligentes’.
Criada para viver grandes momentos, grandes amores e aquela felicidade dos filmes, a empresária trocou os roteiros fantasiosos por prazeres mais simples e aprendeu duas lições básicas: que podemos viver momentos ótimos mesmo não estando acompanhadas e que não tem sentido esperar até que um fato mágico nos faça felizes.
Esperar para ser feliz, aliás, é um esporte que abandonei há tempos. E faz parte da minha ‘dieta de felicidade’ o uso moderadíssimo da palavra ‘quando’.
Aquela história de ‘quando eu ganhar na Mega Sena’, ‘quando eu me casar’, ‘quando tiver filhos’, ‘quando meus filhos crescerem’, ‘quando eu tiver um emprego fabuloso’ ou ‘quando encontrar um homem que me mereça’, tudo isso serve apenas para nos distrair e nos fazer esquecer da felicidade de hoje. Esperar o príncipe encantado, por exemplo, tem coisa mais sem sentido? Mesmo porque quase sempre os súditos são mais interessantes do que os príncipes; ou você acha que a Camilla Parker-Bowles está mais bem servida do que a Victoria Beckham?
Como tantos já disseram tantas vezes, aproveitem o momento, amigos. E quem for ruim de contas recorra à calculadora para ir somando as pequenas felicidades.
Podem até dizer que nos falta ambição, que essa soma de pequenas alegrias é uma operação matemática muito modesta para os nossos tempos. Que digam.
Melhor ser minimamente feliz várias vezes por dia do que viver eternamente em compasso de espera.
Leila Ferreira, jornalista

O CÉTICO E O LÚCIDO…

Publicado em Opinião, Pensamentos, Reflexões por rapadurapower em 3 de novembro de 2011

Recebi por e-mail e compartilho. Desconheço o autor.

O CÉTICO E O LÚCIDO…

 

No ventre de uma mulher grávida estavam dois bebês. O primeiro pergunta ao outro:

- Você acredita na vida após o nascimento?

- Certamente. Algo tem de haver após o nascimento. Talvez estejamos aqui principalmente porque nós precisamos nos preparar para o que seremos mais tarde.

- Bobagem, não há vida após o nascimento. Como verdadeiramente seria essa vida?

- Eu não sei exatamente, mas certamente haverá mais luz do que aqui. Talvez caminhemos com nossos próprios pés e comeremos com a boca.

- Isso é um absurdo! Caminhar é impossível. E comer com a boca? É totalmente ridículo! O cordão umbilical nos alimenta. Eu digo somente uma coisa: a vida após o nascimento está excluída – o cordão umbilical é muito curto.

- Na verdade, certamente há algo. Talvez seja apenas um pouco diferente do que estamos habituados a ter aqui.

- Mas ninguém nunca voltou de lá, depois do nascimento. O parto apenas encerra a vida. E afinal de contas, a vida é nada mais do que a angústia prolongada na escuridão.

- Bem, eu não sei exatamente como será depois do nascimento, mas com certeza veremos a mamãe e ela cuidará de nós.

- Mamãe? Você acredita na mamãe? E onde ela supostamente está?

- Onde? Em tudo à nossa volta! Nela e através dela nós vivemos. Sem ela tudo isso não existiria.

- Eu não acredito! Eu nunca vi nenhuma mamãe, por isso é claro que não existe nenhuma.

- Bem, mas às vezes quando estamos em silêncio, você pode ouvi-la cantando, ou sente como ela afaga nosso mundo. Saiba, eu penso que só então a vida real nos espera e agora apenas estamos nos preparando para ela…

 

PENSE NISSO…

Sessão Nostalgia versus Realidade

Publicado em atualidades, Confissões, Falta Doquifa, Notícias e política, Pensamentos, Reflexões por rapadurapower em 25 de outubro de 2011

No tempo da minha infância
(Ismael Gaião)

No tempo da minha infância
Nossa vida era normal
Nunca me foi proibido
Comer muito açúcar ou sal
Hoje tudo é diferente
Sempre alguém ensina a gente
Que comer tudo faz mal

Bebi leite ao natural
Da minha vaca Quitéria
E nunca fiquei de cama
Com uma doença séria
As crianças de hoje em dia
Não bebem como eu bebia
Pra não pegar bactéria

A barriga da miséria
Tirei com tranquilidade
Do pão com manteiga e queijo
Hoje só resta a saudade
A vida ficou sem graça
Não se pode comer massa
Por causa da obesidade

Eu comi ovo à vontade
Sem ter contra indicação
Pois o tal colesterol
Pra mim nunca foi vilão
Hoje a vida é uma loucura
Dizem que qualquer gordura
Nos mata do coração

Com a modernização
Quase tudo é proibido
Pois sempre tem uma Lei
Que nos deixa reprimido
Fazendo tudo que eu fiz
Hoje me sinto feliz
Só por ter sobrevivido

Eu nunca fui impedido
De poder me divertir
E nas casas dos amigos
Eu entrava sem pedir
Não se temia a galera
E naquele tempo era
Proibido proibir

Vi o meu pai dirigir
Numa total confiança
Sem apoio, sem air-bag
Sem cinto de segurança
E eu no banco de trás
Solto, igualzinho aos demais
Fazia a maior festança

No meu tempo de criança
Por ter sido reprovado
Ninguém ia ao psicólogo
Nem se ficava frustrado
Quando isso acontecia
A gente só repetia
Até que fosse aprovado

Não tinha superdotado
Nem a tal dislexia
E a hiperatividade
É coisa que não se via
Falta de concentração
Se curava com carão
E disso ninguém morria

Nesse tempo se bebia
Água vinda da torneira
De uma fonte natural
Ou até de uma mangueira
E essa água engarrafada
Que diz-se esterilizada
Nunca entrou na nossa feira

Para a gente era besteira
Ter perna ou braço engessado
Ter alguns dentes partidos
Ou um joelho arranhado
Papai guardava veneno
Em um armário pequeno
Sem chave e sem cadeado

Nunca fui envenenado
Com as tintas dos brinquedos
Remédios e detergentes
Se guardavam, sem segredos
E descalço, na areia
Eu joguei bola de meia
Rasgando as pontas dos dedos

Aboli todos os medos
Apostando umas carreiras
Em carros de rolimã
Sem usar cotoveleiras
Pra correr de bicicleta
Nunca usei, feito um atleta,
Capacete e joelheiras

Entre outras brincadeiras
Brinquei de Carrinho de Mão
Estátua, Jogo da Velha
Bola de Gude e Pião
De mocinhos e Cawboys
E até de super-heróis
Que vi na televisão

Eu cantei Cai, Cai Balão,
Palma é palma, Pé é pé
Gata Pintada, Esta Rua
Pai Francisco e De Marré
Também cantei Tororó
Brinquei de Escravos de Jó
E o Sapo não lava o pé

Com anzol e jereré
Muitas vezes fui pescar
E só saía do rio
Pra ir pra casa jantar
Peixe nenhum eu pagava
Mas os banhos que eu tomava
Dão prazer em recordar

Tomava banho de mar
Na estação do verão
Quando papai nos levava
Em cima de um caminhão
Não voltava bronzeado
Mas com o corpo queimado
Parecendo um camarão

Sem ter tanta evolução
O Playstation não havia
E nenhum jogo de vídeo
Naquele tempo existia
Não tinha vídeo cassete
Muito menos internet
Como se tem hoje em dia

O meu cachorro comia
O resto do nosso almoço
Não existia ração
Nem brinquedo feito osso
E para as pulgas matar
Nunca vi ninguém botar
Um colar no seu pescoço

E ele achava um colosso
Tomar banho de mangueira
Ou numa água bem fria
Debaixo duma torneira
E a gente fazia farra
Usando sabão em barra
Pra tirar sua sujeira

Fui feliz a vida inteira
Sem usar um celular
De manhã ia pra aula
Mas voltava pra almoçar
Mamãe não se preocupava
Pois sabia que eu chegava
Sem precisar avisar

Comecei a trabalhar
Com oito anos de idade
Pois o meu pai me mostrava
Que pra ter dignidade
O trabalho era importante
Pra não me ver adiante
Ir pra marginalidade

Mas hoje a sociedade
Essa visão não alcança
E proíbe qualquer pai
Dar trabalho a uma criança
Prefere ver nossos filhos
Vivendo fora dos trilhos
Num mundo sem esperança

A vida era bem mais mansa,
Com um pouco de insensatez.
Eu me lembro com detalhes
De tudo que a gente fez,
Por isso tenho saudade
E hoje sinto vontade
De ser criança outra vez…

Palavras na conclusão do Ratzinger-Schülerkreis, Papa Bento XVI

Publicado em atualidades, Confissões, Igreja, Notícias e política, Organizações, Papa, Pensamentos, Reflexões, Religião por rapadurapower em 5 de setembro de 2011

Podia ser mais atual???

http://www.vatican.va/holy_father/benedict_xvi/speeches/2011/august/documents/hf_ben-xvi_spe_20110828_schulerkreis_po.html

SAUDAÇÃO DO PAPA BENTO XVI
NO INÍCIO DA MISSA CELEBRADA COM SEUS EX-ALUNOS
NA CONCLUSÃO DO 
“RATZINGER SCHÜLERKREIS”

Capela do Centro Mariápolis
Castel Gandolfo, 28 de Agosto de 2011

Amados irmãos e irmãs!

Hoje respondemos à primeira leitura, tirada do profeta Jeremias, com o Salmo 62: a minha alma tem sede de ti, do Deus vivo; como terra deserta, árida, espera por ti, o Deus vivo.

Neste tempo de ausência de Deus, quando a terra das almas é árida e o povo ainda não sabe de onde provém a água viva, peçamos ao Senhor que se mostre. Queremos pedir-lhe que, a quantos procuram a água viva noutras partes, mostre que essa água é Ele mesmo, e que Ele não permita que a vida dos homens, a sua sede daquilo que é grande, da plenitude, afogue e sufoque no transitório.

Desejamos perdir-Lhe, sobretudo pelos jovens, que a sede d’Ele se torne viva neles e que reconheçam onde se encontra a resposta.

E nós, que O conseguimos conhecer desde a nossa juventude, podemos pedir perdão, porque levamos tão pouco a luz do seu rosto aos homens, transparece tão pouco em nós a certeza de que «Ele é, Ele está presente e Ele é a realidade grande, plena, que todos esperamos». Queremos pedir-Lhe que nos perdoe, que nos renove com a água viva do seu Espírito e nos conceda celebrar dignamente os sagrados Mistérios.

© Copyright 2011 – Libreria Editrice Vaticana

Goal « Fredegulhos

Publicado em Confissões, Notícias e política, Pensamentos, Viagens por rapadurapower em 25 de julho de 2011

 

 

 

 

Não consigo deixar de pensar no assunto…

Direto do blog do Fredegulhos:

Goal « Fredegulhos.

Vale a visita e o vídeo…

Relacionamento, a máxima exigência com você mesmo

Publicado em Confissões, Pensamentos, Saúde e bem-estar por rapadurapower em 8 de julho de 2011

 

 

 

 

 

Texto instrutivo e reflexivo sobre compromisso.

 

Compromisso consigo, com o próximo, e com Deus!

Relacionamento, a máxima exigência com você mesmo.

SENTIDO DO MATRIMÔNIO

Publicado em Confissões, Pensamentos por rapadurapower em 19 de maio de 2011

Desconheço o autor, recebi por e-mail e dedico à memória do Tio Valter, e a meu pai, que são exemplos do texto a seguir.

Carta de um homem casado sobre o seu casamento. Vale à pena ler e repensar.

SENTIDO DO MATRIMÔNIO

O café da manhã que mamãe preparava era maravilhoso!

Embora fôssemos uma família humilde, minha mãe sempre preparava com muito carinho a primeira refeição do dia.

Era ovo frito com pão, lingüiça com pão… Tudo feito com simplicidade.

Ao acordar, naquela manhã, quando retornei da lua de mel, para ir ao trabalho, pensei que encontraria a mesa posta, o café da manhã preparado. Como estava acostumado com a casa da mamãe, pensei que acordaria com aquele gostoso cheirinho que vinha sempre da cozinha. Olhei para o lado e vi minha esposa dormindo profundamente.

Feito um anjinho – de pedra!

Raspei a garganta, fiz barulho tentando acordá-la. Nada! Fui para o trabalho irritado, de barriga vazia.

O local do trabalho ficava a uns cinco minutos do apartamento que alugávamos. Ao me sentar na mesa de trabalho, sentindo a estômago roncar, abri a Bíblia no seguinte trecho: ‘O que quereis que os homens vos façam, fazei-o também a eles’ (Lucas 6:31).

Disse pra mim mesmo: ‘O Senhor não precisa dizer mais nada’. Lá pelas nove horas da manhã, hora em que se podia tirar alguns minutos para o café, dei um jeito de ir até o apartamento, não sem antes passar em uma padaria e comprar algumas guloseimas.

Preparei o café da manhã e levei na cama para minha esposa. Ela acordou com aquele sorriso tão lindo!

Estamos para completar Bodas de Prata. Nesses quase vinte e cinco anos de casamento, continuo repetindo esse gesto todos os dias. E com muito amor! Estou longe de ser um bom marido, mas a cada dia me esforço ao máximo.

Tenho muito a melhorar, tenho de ser mais santo, mais paciente, mais carinhoso.

Sinto-me ainda longe disso, pois o que estou mirando é Jesus: ‘Maridos, continuai a amar as vossas esposas, assim como Cristo amou a sua igreja e se entregou por ela’ (Efésios 5:25).

O matrimônio é um desafio, pois a todo momento temos que perdoar e pedir perdão.

A cada dia temos que buscar forças em Deus, pois sem Ele nada podemos fazer.

Quando Paulo se despedia dos cristãos em Éfesios, citou uma bela frase :

‘Há mais felicidade em dar do que há em receber’ (Atos 20:35).

Quando se descobre isso no matrimônio, se descobre o princípio da felicidade.

Por que muitos casamentos não vão adiante? Porque o egoísmo tomou conta do casal. É o ‘cada um por si’ que vigora. Estamos na sociedade do descartável: copo descartável, prato descartável, etc. Pessoas não são descartáveis e o que não é descartável precisa ser cuidado para ser durável.

O mundo precisa do testemunho dos casais de que o matrimônio vale à pena! E, para que isso aconteça, é necessário um cuidado amoroso e carinhoso por parte do marido e da esposa. Ambos têm o dever de cuidar um do outro com renovados gestos de carinho e perdão diariamente.

É preciso declarar, todos os dias o amor, em gestos e palavras. A primeira palavra que sempre digo para minha esposa ao iniciar o dia é: ‘Eu amo você’. Não é fácil dizer isso às vezes, pois muitas vezes acordo de mal comigo mesmo.

Faça isso agora também. Declare seu amor!

Aos solteiros e aos que ainda não se casaram, quero dizer o seguinte: ‘Se você estiver pensando em casar para ser feliz, não se case! Fique como está, solteiro mesmo’. Mas, se sua intenção é casar para fazer alguém feliz, case-se e você será a pessoa mais feliz do mundo! A Bíblia é a verdadeira bússola para caminharmos nessa vida. Ela mostra que o amor vale a pena.

O segredo da felicidade é fazer o outro feliz!

Faça Feliz e seja Feliz!

Frase do dia!!!

Publicado em Confissões, Pensamentos por rapadurapower em 1 de abril de 2011
“Quem se apega às coisas terrenas, a elas fica sempre apegado. Com certeza devemos deixá-las um dia. É melhor desapegar-nos um pouco por vez do que de uma só vez.” (Padre Pio de Pietrelcina)

 

Divulgue a Hora do Planeta!!!

Publicado em Notícias, Organizações, Pensamentos, Saúde e bem-estar por rapadurapower em 21 de março de 2011


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